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A crise da habitação e a responsabilidade do Estado
27 Outubro 2026
As empresas de construção que desapareceram nos anos da crise levaram consigo equipas, experiência e capacidade de construir. Recuperar esse tecido produtivo demora anos.
No Observador, Rodrigo Jardim Gonçalves, Managing Partner da JGSA - Jardim Gonçalves & Associados, analisa como as exigências de capital e de redução do endividamento da banca, no quadro do programa da troika e da supervisão do Banco de Portugal, contribuíram para a contracção do crédito e para a perda de empresas de construção.
Partindo da sua experiência como advogado em processos de recuperação de crédito, defende que empresas com condições para recuperar ficaram sem o tempo e o financiamento de que precisavam.
As consequências continuam presentes: reconstruir a capacidade perdida exige investimento, continuidade e tempo. A urgência das famílias exige resultados, mas décadas de oferta insuficiente não se corrigem num trimestre.
[Leia o artigo completo no Observador] (https://lnkd.in/eZdviSE5)